Cabra Marcado para Morrer

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Cabra Marcado para Morrer
Documentary
(DIGITALIZED)
Director: Eduardo Coutinho
Producer: Zelito Viana
 
In 1962, the leader of the Camponesa de Sabé (SP) league, João Pedro Teixeira, is assassinated on the orders of  Brazil's "latifundiário" large-scale landowners. A movie about his life began to be filmed in 1964, with the fictional reconstitution of the political action that lead to his assassination, a product of CPC da UNE and the Movimento de Cultura Popular de Pernambuco, and direction from Eduardo Coutinho. The filming, which included the participation of country folk Engenho Galiléia (PE) and João Pedro’s widow, Elizabeth Teixeira, was interrupted by the coup d`état in 1964. Seventeen years later, in 1981, Eduardo Coutinho retakes the project and searches for Elizabeth Teixeira and other participants of the interrupted film, like the countryman João Virgílio, also acting in leagues. The central theme is the story of each and every one of the participants who, stimulated by the filming and reviewing the past images, elaborate on camera the feelings derived from their experiences. João Virgílio recounts the torture and the imprisonment he suffered during this period. Whereas Elizabeth, who had changed her name and lived under the refuge of a small city in Bahia with only one of her 10 children, emerges from her clandestine life and reassumes her identity. She also talks about her life in prison, her reunion with her children, her various trips through cities in Brazil and the hope of reconstructing their lives.

Cabra Marcado para Morrer
Documentário
( DIGITALIZADO)
Diretor: Eduardo Coutinho
Produtor: Zelito Viana
 
Em 1962, o líder da liga Camponesa de Sapé (PB), João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem de latifundiários. Um filme sobre sua vida começa a ser rodado em 1964, com a reconstituição ficcional da ação política que levou ao assassinato,  uma produção do CPC da UNE e do Movimento de Cultura Popular de Pernambuco, e direção de Eduardo Coutinho. As filmagens com a participação de camponeses do Engenho Galiléia (PE) e da viúva de João Pedro, Elizabeth Teixeira, são interrompidas pelo Golpe Militar em 1964. Dezessete anos depois, em 1981, Eduardo Coutinho retoma o projeto e procura Elizabeth Teixeira e outros participantes do filme interrompido, como o camponês João Virgílio, também atuante em ligas. O tema central passa a ser a história de cada um deles que, estimulados pela filmagem e revendo as imagens do passado, elaboram para a câmera os sentidos de suas experiências. João Virgílio conta a tortura e a prisão que sofreu neste período. Enquanto Elizabeth, que havia mudado de nome e vivia refugiada numa pequena cidade da Bahia com apenas um de seus dez filhos, emerge da clandestinidade e reassume sua identidade. Ela também fala de sua prisão, do reencontro com os filhos, antes dispersos por várias cidades do Brasil  e da tentativa de reconstituir suas vidas.
Prêmios
Prêmio Gaivota de Ouro no Festival Internacional de Cinema, 1, 1984, RJ. 
Prêmio Tucano de Ouro no Festival Internacional de Filme e Vídeo, 1, 1984, RJ. 
Melhor Documentário no Festival de Havana, 4, 1984, Havana - CU. 
Grande Prêmio no Festival de Tróia, 1985 - PT. 
Prêmio Especial do Júri no Festival de Salsa - IT.. 
Grande Prêmio no Festival de Cine Realidade, 1985, Paris - FR.. 
Prêmio no Festival Georges Pompidou, 1985 - FR.. 
Prêmio do Júri Evangélico, Crítica Internacional, Associação Internacional dos Cinemas de Arte e Fórum de Cinema Jovem no Festival de Berlim, 35, 1985, Berlim - DE. 
Prêmio Air France, 1985. 
Golfinho de Ouro do Cinema do Governo do Estado do Rio de Janeiro.